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sexta-feira, 27 de julho de 2007

Celulóide 

«Tamborilo os dedos. Sinal de tédio. Vou correr. Agora toda a gente corre. Está na moda. O nosso primeiro-ministro, que faz lembrar o Ken da Barbie, tal é a artificialidade que lhe mina o corpo, também corre. É um homem estranho. Sobretudo, estranho. Parece feito de celulóide. Tento imaginá-lo na retrete ou a ter um orgasmo ou a chorar num funeral e não consigo.»

A Ana de Amsterdam sobre José Sócrates, «um homem estranho. Sobretudo, estranho. Parece feito de celulóide». É escusado dizer que eu concordo integralmente, não é? E há outra coisa que eu não consigo imaginar Sócrates a fazer... a sorrir genuinamente. Mas isso não é de espantar, dado que o homem é português e, provavelmente, no fundo, lá bem no fundo, não está lá muito contente com o governo do seu país... ;)

Já agora, ali para a grafonola vai Enola Gay, pelos OMD (Orchestral Manoeuvres In The Dark). Peço-vos que não sejais maldos@s e não vos punhais já com conjecturas acerca da conjugação do título esta música com a temática do post, porque não tem nada a ver (aliás, convém não descontextualizar a parte do «enola» da parte do «gay» e esclarecer que a expressão se refere à mãe de um dos elementos da banda). A escolha justifica-se tão-somente porque hoje acordei ao som de Enola Gay e estou num daqueles dias em que o raio da música não me sai da cabeça.
E aproveito para desejar a tod@s um bom fim de dia, de preferência com muito mimo, como convém. Afinal de contas, é sexta-feira!!! :)

Comentários:
Pensar em homens, principalmente em primeiros ministros, nunca foi o meu forte... se calhar é por isso que nunca me tinha vindo à cabeça a palavra correcta para descrever esse personagem, sim porque o é, personagem. Celuloide é talvez das palavras que melhor o descreve...
 
gosto do teu belogue
bj
 
adoa, Sócrates tem um quê de teatralidade como têm, obviamente, todos os políticos. Há quem lhe chame carisma, mas para mim carisma é outra coisa, mais genuína e intrínseca, algo que José Sócrates não tem naturalmente, mas consegue fiungir ter de forma construída. Em Sócrates, portanto, a teatralidade é sempre exagerada. Penso que sim, que podemos chamar-lhe «personagem», por ser algo contruído e artificial.
 
body expertise, obrigada. Também já espreitei o teu! ;)
 
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