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segunda-feira, 30 de maio de 2005

Ainda Scholl 

Ainda a propósito do concerto de Scholl na Casa da Música, tenho andado a ouvi-lo repetidamente. Tenho o coração dividido entre as árias "Ombra mai fù" (Haendel, Serse), "Che faro senza Euridice"(Glück, Orfeo ed Euridice) e "Verti prati" (Haendel, Alcina)...

Para pôr a tocar na grafonola, seleccionei de olhos fechados e a escolha recaiu em... "Verdi prati"... pela melancolia da melodia, pela pureza do poema, pela comoção na voz de Scholl... julgo que o acaso escolheu bem.

O excerto é do álbum "Ombra mai fù": Haendel's Airs, que Andreas Scholl, acompanhado pela Akademie für Alte Musik Berlin, gravou para a Harmonia Mundi.


Verdi prati
(Ária de Alcina, de Haendel)

Verdi prati, selve amene,Andreas Scholl
perderete la beltà.
Verdi prati, selve amene,
perderete la beltà.

Vaghi fior, correnti rivi,
la vaghezza, la bellezza
presto in voi si cangerà.

Verdi prati, selve amene,
perderete la beltà.

E cangiato il vago oggetto
all'orror del primo aspetto
tutto in voi ritornerà.
tutto in voi ritornerà.

Verdi prati, selve amene,
perderete la beltà.
perderete la beltà.

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