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sábado, 6 de outubro de 2007

E tu e eu o que é que temos de fazer? 

Obviamente, sentarmo-nos no sofá a ver televisão. Esta noite, a RTP2 dá-nos a oportunidade de, de enfiada, assistirmos a dois grandes filmes: Alice et Martin, pelas 22h40 e India Song, pelos 00h45.
Bons filmes! :)

Para a grafonola vai India Song, o tema principal do filme, de que eu gosto muito.


:: ALICE ET MARTIN ::
Ficha Técnica
Origem: França/Espanha - 1998
Autoria: André Téchiné, Gilles Taurand e Olivier Assayas
Produção: Alain Sarde
Realização: André Téchiné
Fotografia: Caroline Champetier
Música: Philippe Sarde
Cenografia: Zé Branco
Com: Juliette Binoche, Alexis Loret, Carmen Maura, Mathieu Amalric, Jean-Pierre Lorit, Marthe Villalonga, Pierre Maguelon

Alice et MartinSinopse
Martin, um jovem de 20 anos, sai de casa após a súbita morte do pai e vai para Paris. Instala-se em casa do seu meio-irmão, um homossexual que partilha o apartamento com a doce Alice, uma violinista de uns trinta anos, por quem se apaixona perdidamente. Alice, porém, não se mostra entusiasmada com o intenso amor de Martin, que se torna num célebre manequim. Martin consegue seduzir Alice e vive com ela um estranho amor, dominado pelo demencial comportamento de Martin, marcado por um qualquer segredo traumatizante relacionado com a morte do pai.

André Téchiné, antigo crítico dos "Cahiers du Cinéma", é um dos cineastas franceses mais prestigiados que foi impondo ao longo de uma carreira de três décadas um estilo muito particular de filmar estados limites de angústia, desespero e amargura, quase sempre no quadro de complexos e tumultuosos casos familiares. Alice e Martin inscreve-se perfeitamente no tradicional estilo de Téchiné, que conta uma sinuosa história de traumas familiares e amores frustrados a partir da trajectória algo errática de um jovem manequim apaixonado por uma doce violinista, esmagado pela culpa da morte de um pai dominador e manipulador. Mais uma vez, Téchiné, prova ter um talento muito particular para recriar estados de alma perturbados e dolorosos, com uma autenticidade impressionante, em que o texto e a direcção de actores se revelam absolutamente fascinantes. Aqui, com Juliette Binoche numa prestação de rara sensibilidade ao lado do promissor Alexis Loret e da espanhola Carmen Maura.


:: INDIA SONG ::

Ficha Técnica
Origem: França - 1975
Autoria: Marguerite Duras
Realização: Marguerite Duras
Assistente de Realização: Benoit Jacquot
Director de Fotografia: Bruno Nuytten
Música Original: Carlos d'Alessio
Produção: Sunchild/Les Films Armorial
Com: Delphine Seyrig, Michel Lonsdale, Mathieu Carrière, Claude Mann, Vernon, Claude Juan

India SongSinopse
É uma história de amor, vivida nas Índias, nos anos 30, numa cidade sobrepovoada nas margens do Ganges. São aqui evocados dois dias dessa história de amor. É a estação da monção no Verão.
Vozes (quatro, duas jovens mulheres, de um lado, e duas vozes masculinas, de outro) - sem rosto - falam desta história. As vozes não se dirigem ao espectador ou ao leitor. São totalmente autónomas. Falam entre elas. Não sabem ser escutadas.
A história deste amor, as vozes souberam-na ou leram-na, há muito tempo. Algumas lembra-se melhor do que outras. Mas nenhuma se lembra de todo e nenhuma a esqueceu.
Em momento algum sabemos quem são estas vozes. No entanto pela forma como, cada uma delas, se lembra ou se esqueceu, elas dão-se a conhecer mais do que pela sua identificação.
A história é uma história de amor imobilizada no culminar da paixão. À volta dela, uma outra história, a do horror - fome e lepra coladas na humidade pestilenta da monção - imobilizada ela também num paroxismo quotidiano.
A mulher, Anne-Marie Stretter, mulher do embaixador de França nas Índias, agora morta - a sua campa está no cemitério inglês de Calcutá - como que nasceu deste horror. Ela está no meio dele com uma graça em que tudo se abisma num silêncio inexaurível. Graça que as vozes tentam precisamente rever, porosa, perigosa, perigosa também para algumas vozes.
Ao lado desta mulher, na mesma cidade, um homem, o vice-cônsul de França em Lahore, caído em desgraça em Calcutá. Ele é pela cólera e pelo assassínio que se aproxima do horror indiano.
Uma recepção na embaixada de França tem lugar - durante a qual o vice-cônsul maldito gritara o seu amor a Anne-Marie Stretter. Perante uma Índia branca que olha.
Depois da recepção, ela vai para as ilhas pelos caminhos direitos do delta.

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