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segunda-feira, 12 de março de 2007

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Maria José Nogueira Pinto na sua coluna de opinião no DN, na passada sexta-feira, sob o título «Dia Internacional da Mulher: feminismo ou quotas». Aqui, em destaque, fica apenas um excerto:
«As novas gerações, incluindo as femininas, nem sempre têm uma memória histórica e, não obstante toda a liberdade, não formaram uma consciência política forte.
Têm a percepção dos seus problemas e consideram que muitos são plurais e societários, logo não reconduzíveis especificamente à categoria dos problemas femininos.(...)
O que hoje se discute é já muito pouco. Fundamentalmente a efectivação prática de direitos que os modos de vida muitas vezes tornam meramente programáticos. Direitos que já ninguém contesta mas que, rodeados de tão grandes ónus, as próprias mulheres rejeitam. Talvez apenas uma questão logística, que reduza a pesada factura feminina. Em circunstância alguma a ser vista e sentida como uma oferta masculina.»

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