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domingo, 18 de março de 2007

Billy Elliot 

Quem estiver por casa, esta noite, não pode perder, na RTP, às 23h25, «Billy Elliot» (2001). O filme tem um humor inteligente, tipicamente britânico, e mostra uma emocionante história de amizade, solidão e auto-reconhecimento nos tempos difíceis para a Inglaterra trabalhista da época de Margareth Thatcher.


Sinopse:
Billy Elliot (Jamie Bell) é um rapaz de 11 anos que vive numa pequena cidade da Inglaterra, onde o principal meio de sustento são as minas da cidade. Obrigado pelo pai a treinar boxe, Billy fica fascinado com a magia do ballet, ao qual tem contacto através de aulas de dança clássica que são realizadas na mesma academia onde pratica boxe. Incentivado pela professora de ballet (Julie Walters), que vê em Billy um talento nato para a dança, ele resolve pendurar as luvas de boxe e dedicar-se de corpo e alma à dança, mesmo tendo que enfrentar a contrariedade do seu irmão e do seu pai à sua nova actividade.
«Billy Elliot» aborda ainda algumas faces do preconceito em relação à homossexualidade.

Ficha Técnica:
Género: Drama
Tempo de Duração: 111 minutos
Ano de Lançamento: 2000 (Inglaterra); 2001 (Portugal)
Realização: Stephen Daldry
Argumento: Lee Hall
Produção: Greg Brenman e Jonathan Finn
Banda Sonora Original: Stephen Warbeck
Direcção de Fotografia: Brian Tufano
Edição: John Wilson

Site Oficial: «Billy Elliot»


:: ADENDA (em 19.03.2007) ::
«Billy Elliot» é, acima de tudo, uma história de coragem, de auto e hetero descoberta, de crença e afirmação. É um filme cheio de uma poeticidade visual intensa. Cada imagem desdobra-se em múltiplos significados. Um dos exemplos mais bem conseguidos (são quase todos excelentes) é o momento em que o pai de Billy abraça o filho Tony e lhe pede perdão por furar a greve, arrasado, de joelhos, no descampado. Naquela sequência de imagens, somos inteiramente estraçalhados (é mesmo este o termo), simultaneamente, pelo amor daquele pai pelos filhos, pela sua angústia, pelo desmoronamento dos seus ideais, pela sua dor de perda, enfim, por uma multiplicidade de sensações.
O modo como «Billy Elliot» cativa o espectador ultrapassa quase sempre as interpretações imediatas e é isso, também isso, que faz dele um filme magistral e raro. E mais se diga que a interpretação de Jamie Bell é, simplesmente, magnífica.

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